quarta-feira, 8 de abril de 2026

Terra se pondo




Legenda da foto - A Nasa publicou imagens surpreendentes da missão, incluindo a Terra se pondo atrás da superfície lunar

Fonte: BBC Brasil, de 7 de abril de 2026

A missão Artemis 2 da Nasa passou por todos os testes importantes desde o seu lançamento, no dia 1° de abril. O desempenho do foguete, da espaçonave e da tripulação foi melhor que os engenheiros imaginavam.

Texto e imagens reproduzidos do site: www bbc com/portuguese

sábado, 4 de abril de 2026

Imagem da Terra vista da missão Artemis II

Brasil aparece em primeira imagem da missão Artemis II 
Foto: NASA/Reid Wiseman

Publicação compartilhada do site G1 Globo, de 3 de abril de 2026 

Brasil aparece em primeira imagem da Terra vista da missão Artemis II divulgada pela Nasa

País é visível em um trecho da imagem encoberto por nuvens. Parte do continente africano e a Península Ibérica também aparecem na fotografia, assim como o Oceano Atlântico e os polos do planeta.

Por Redação g1, g1

O Brasil aparece na primeira imagem da Terra vista da missão Artemis II, divulgada pela Nasa nesta sexta-feira (3). O país aparece em um trecho da imagem encoberto por nuvens, como mostra a imagem acima.

Parte do continente africano e a Península Ibérica também são visíveis na fotografia, assim como o Oceano Atlântico e os polos do planeta, com luzes das auroras em cada extremidade...

Texto e imagem reproduzidos do site: g1 globo com/ciencia

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Imagem icônica "Nascer da Terra"...


Imagem icônica "Nascer da Terra” mostra a Terra surgindo no horizonte além da superfície lunar, enquanto a primeira espaçonave tripulada contornava a Lua. Foto: Divulgação/Nasa.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Artemis II está agora numa viagem... ao redor da Lua

Post compartilhado do Facebook/Astronomia Astrofisica & Cosmologia, de 1 de abril de 2026

Artemis II está agora numa viagem de 10 dias de 685.000 milhas ao redor da Lua.

A humanidade mais uma vez conquista o espaço profundo!

A missão Artemis II está agora em andamento numa impressionante viagem de 10 dias de 685.000 milhas ao redor da Lua. Depois de um lançamento bem sucedido, quatro astronautas viajaram muito além da órbita baixa da Terra, seguindo uma órbita histórica não vista antes desde a época do programa Apollo há mais de 50 anos.

Na nave espacial Orion, esta missão não é apenas uma viagem: é um teste crítico. Os sistemas de suporte de vida, navegação e comunicação serão levados aos seus limites no ambiente hostil do espaço profundo, abrindo caminho para o retorno final da humanidade à superfície da lua.

Cada segundo desta jornada representa mais um passo na direção ao futuro da exploração espacial. Estamos mais próximos do que nunca de viver uma nova era na Lua?

Texto e imagem reproduzidos do Facebook/Astronomia Astrofisica & Cosmologia

sexta-feira, 6 de março de 2026

Impacto de nave da NASA alterou órbita de asteroide...


Publicação compartilhada do site G1 GLOBO/CIÊNCIA, de 6 de março de 2026 

Impacto de nave da NASA alterou órbita de asteroide ao redor do Sol, aponta novo estudo

Mudança foi provocada pelo impacto da nave DART em 2022. É a primeira vez que cientistas conseguem alterar deliberadamente a órbita de um corpo celeste ao redor do Sol.

Por Associated Press

Um asteroide que a NASA usou como alvo em um teste há alguns anos acabou sendo empurrado para uma rota ligeiramente diferente ao redor do Sol.

A descoberta pode ajudar cientistas a desviar, no futuro, uma rocha espacial potencialmente destrutiva, segundo relataram pesquisadores nesta sexta-feira.

É a primeira vez que a órbita de um corpo celeste ao redor do Sol é alterada de forma deliberada. O asteroide atingido pela nave Dart, da NASA, nunca representou ameaça para a Terra.

“Este estudo representa um avanço importante na nossa capacidade de evitar impactos de asteroides na Terra no futuro”, escreveu a equipe internacional de pesquisadores em um artigo publicado na revista Science Advances.

As mudanças foram pequenas. Segundo os cientistas, o impacto reduziu em apenas um décimo de segundo o tempo da órbita e diminuiu em cerca 720 metros o percurso de uma volta ao redor do Sol — uma órbita que dura dois anos e percorre centenas de milhões de quilômetros.

“Embora pareça pouco, um pequeno desvio pode se acumular ao longo de décadas e fazer a diferença entre um asteroide potencialmente perigoso atingir ou não a Terra no futuro”, afirmou por e-mail o autor principal do estudo, Rahil Makadia, da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign.

Segundo ele, em testes de defesa planetária, o essencial não é aplicar um grande empurrão de última hora, mas provocar um pequeno desvio com muitos anos de antecedência.

Lançada em 2021 no primeiro exercício de defesa planetária do mundo, a nave Dart colidiu deliberadamente com Dimorphos, um pequeno asteroide que orbita um corpo maior chamado Didymos.

Os dois giram juntos ao redor do Sol. Logo após o impacto, em 2022, a NASA confirmou que a colisão havia encurtado a órbita de Dimorphos ao redor do asteroide maior.

Agora, com base em observações feitas por telescópios ao redor do mundo, os cientistas confirmaram que o impacto também reduziu em 0,15 segundo o tempo que o sistema leva para completar uma volta ao redor do Sol.

Cada órbita dura 769 dias. Isso corresponde a uma desaceleração de pouco mais de 10 micrômetros por segundo e a uma redução de 720 metros na órbita de cerca de 480 milhões de quilômetros.

Os pesquisadores também observaram que as rochas e detritos lançados ao espaço na colisão contribuíram tanto quanto a própria nave para empurrar Dimorphos, dobrando o efeito do impacto.

No verão passado, uma equipe ítalo-americana estimou que cerca de 16 milhões de quilos de rocha e poeira foram ejetados.

Fora do nosso caminho

A boa notícia é que, mesmo com a mudança na trajetória, a Terra continua fora do caminho desses asteroides no futuro previsível.

Segundo Steven Chesley, do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, que participou do estudo, esse sistema foi escolhido justamente por não representar risco para o planeta.

“Embora seja apenas um experimento, ele representa um dado importante que será útil para futuras missões de desvio de asteroides”, afirmou Chesley em um e-mail.

Os cientistas esperam aprender ainda mais sobre as consequências do impacto quando a nave Hera, da Agência Espacial Europeia (ESA), chegar ao sistema em novembro.

Dimorphos tem cerca de 160 metros de diâmetro. Já Didymos, que gira rapidamente, mede cerca de 780 metros de largura e possui, segundo o novo estudo, cerca de 200 vezes mais massa que seu companheiro.

Diferentemente da Dart, a Hera não irá colidir com os asteroides. A nave permanecerá na região por vários meses realizando observações detalhadas.

Dois pequenos módulos experimentais também serão liberados e tentarão pousar no asteroide.

Texto e imagem reproduzidos do site: g1 globo com/ciencia